Daquele jeito!
Começo esse tópico com uma promessa solene:
Ele não será gigantesco.
E vou me esforçar ao máximo pra que ele seja interessante.
Mais uma vez me perdi naquele palácio imenso. Na verdade ele nem parece tão grande assim, mas o problema ainda continua sendo o mesmo: tudo parece o mesmo lugar. Os pontos de referência é que salvam e ainda assim é difícil andar lá.
No auditório do CPM as pessoas conversavam animadamente, falavam alto, contavam intimidades de MSN como se fossem amigos de infância. Eu me senti O excluído da situação. Peguei o jornal do SINTUFRJ e fiquei lendo enquanto ouvia música. Com o tempo chegou o Henrique, depois a Vanessa e nós fomos pro fundão do auditório atrapalhar o câmera. Tá, a intenção não era essa, mas a gente incomodou um pouquinho. Tínhamos uma visão panorâmica de todo o local, quando vimos adentrar o ambiente nada mas nada menos que Dario vestido com uma camisa azul (?) altamente psicodélica, cheia de manchas multicoloridas,que faria qualquer usuário de LSD largar o ácido por causa da dita cuja.
A palestra foi maravilhosa. Só confirmou tudo o que eu sabia e esperava da comunicação e do mercado. Mas os mais atentos devem ter percebido que aquilo ali foi uma sessão de implantação do modelo capitalista contemporâneo. Eles falavam da perda dos direitos trabalhistas como se fosse uma vitória maravilhosa e julgavam os trabalhadores de carteira assinada como meros “apertadores de botões” arcaicos. Ok, deixando isso pra lá, o que importa é que nós somos mesmo muito privilegiados por estarmos nessa faculdade. Na ECO os coordenadores e diretores são muito próximos dos alunos, são simpáticos pra caramba e contribuem para a guerrinha entre as habilitações. Ah, eles também aproveitaram pra defender o REUNI de uma forma extremamente sutil, quase como uma mensagem subliminar profética.
Findada a palestra, seqüestramos nossa veterana Thais e a levamos para o Rio Sul. Almoçamos e voltamos à ECO para começar o tormento. Mas antes disso tivemos que dar uma zoada nuns calouros que estavam tomando trote lá. Gritamos com eles como se fôssemos veteranos e ninguém nem se deu conta de que éramos calouros. Ofereceram até ovos pro Dario jogar neles.
Tchan, Créu, Oh Happy Day e o Piripiri da Gretchen foram a trilha sonora do trote. A queimação de filme começou devagar. A caloura disse que só entrou na faculdade pra fazer sexo, depois preferiu não responder à pergunta sobre se preferia “fazer sexo com homens, mulheres ou homens e mulheres... E brinquedos”. Logo depois o amigo dela se queimou mais ainda, pois, apesar de se dizer heterossexual, disse que sua posição sexual preferida era... “Ativo”! Hauhauahauhauauha. A sala veio abaixo na gargalhada.
Saímos da sala fazendo uma simpática versão de Loxodonta africana e logo percebemos que até as partes mais íntimas de nossos corpos corriam o risco de saírem sujas dessa brincadeira.
Mas agora já chega porque os calouros (aqueles nos quais vou me vingar de forma cruel e impiedosa) estão lendo isso. Ah, e se até lá a “depilação” da minha perna ainda estiver aparente, não vou ter pena nem se ficarem de joelhos. To me sentindo um leão sem juba desse jeito!
Depois de tudo, começou a ser cogitado uma assunto de praia. Ipanema, Copacabana, Praia Vermelha... “Melhor Praia Vermelha mesmo, já ta aqui do lado, né?”. E fomos à praia: eu, Michel, Gabo, Nicolas, Cibele (nossa sereia), Nathalia e Jaqueline. Amarradões. Tomamos banho, tiramos foto, curtimos a praia, poluímos a água e depois voltamos. Dessa vez tive que tomar meu rumo pra casa. A essa altura eu já tava até perdendo o último trem pra Belford City e tive que voltar de ônibus, que apesar de ser BEM mais caro, é mais confortável e rápido, porque vem catando corno na Av. Brasil. Coisa de louco!
Sei que meu saldo do dia foi:



Um comentário:
Amigo,
soh tenho a dizer q foi do caralho!
e vai contiunuar sendo ;D
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