terça-feira, 11 de março de 2008

Vencido Pelas Bactérias

Vai entender os mistérios do corpo humano. Ontem, quando eu estava no ônibus voltando pra casa, senti minha garganta incomodar um pouco. Não liguei muito, mas já estava pensando no remédio que eu iria tomar caso piorasse. Durante horas nada mudou muito, mas foi só eu vir para o meu quarto à noite que a dor na garganta se tornou insuportável! Infelizmente não tinha remédio em casa, só um antibiótico que eu tomei antes de dormir. E eu nem cogitava a hipótese de faltar aula hoje.


Acordei pior do que quando fui dormir, mas eu me recusava a faltar aula. Também senti que parecia que eu ia ficar com febre, porque tava um sol de fritar ovo no asfalto e eu tava com frio. Ainda tentei almoçar antes de sair, mas foi impossível. A comida simplesmente não descia. Mas eu sou brasileiro e não desisto nunca. Taquei o antibiótico dentro da mochila e fui embora pra faculdade. Mas pra falar a verdade, acho que teria sido melhor ficar em casa. Eu fui piorando significativamente no caminho e a primeira coisa que eu fiz quando cheguei à Central foi pegar o próximo trem de volta a Belford Roxo. Acho que foram as viagens de trem mais longas da minha vida.


À tarde eu senti que estava com febre e peguei um termômetro... 40º!!! Como eu consegui esse absurdo todo? Foi tão de repente. Ontem eu estava bem, na praia com meus colegas da faculdade e hoje eu estava jogado no meu sofá com um criadouro de bactérias na garganta, uma febre tenebrosa e sem nenhuma capacidade de reação. Aliás, o escroto do cachorro do meu irmão se aproveitou do meu estado para roer o fone do meu MP3. Filho da puta!


Minha salvação foi a minha mãe ter comprado um carregamento de remédios hoje à tarde. Graças a eles eu melhorei bastante, mas minha cabeça e minha garganta ainda doem um pouco. Espero que amanhã eu consiga ir pra faculdade, porque eu ODEIO faltar aula. Ainda mais quando 25% de faltas já são o suficiente pra reprovar.


Ah, e eu agradeço a preocupação da Juliana e da Aninha, que deram minha falta e ligaram pra saber como eu estava. Obrigado, meninas.


Ah, gente. Só pra concluir. Hoje minha mãe mandou uma pérola muito boa. Tipo, do nada ela mandou pra mim: "Você não fica lá na praia fumando bagulho não, né?". Hahahaha. Excelente! Claro que eu disse a verdade e ainda deixei a galera bem na fita, porque disse que nenhum dos meus colegas faz isso. Pelo menos ninguém ainda fumou nas nossas rodinhas na praia, rs.

Um comentário:

Totalmente Belas disse...

Bem, pode avisar a sua mãe: eu não fumo nem cheiro nada. Mas falando nas suas bactérias, não te vi indo embora hoje, foi por causa delas?