Hoje vou fazer um relato curto. Por dois motivos: primeiro porque eu tive que sair cedo da ECO e segundo porque eu acordei às 5:30h da manhã e só agora (21h depois) eu consegui parar em casa. Escrevo isso enquanto minha maravilhosa conexão discada envia pro YouTube o vídeo que eu prometi.
Hoje eu cheguei à ECO vindo da longínqua Ilha do Fundão, onde fui rever meus colegas da arquitetura. Me diverti bastante com eles, ri, lembrei das histórias que nós passamos (e que mereciam um blog pra contar) e fiquei feliz. Interessante era cruzar com as pessoas no corredor e ouvir todo mundo perguntar: “Ué, você voltou?”. Enquanto conversava no corredor, vi passar um cara que tinha sido meu veterano quando eu entrei pra FAU. E lembrei que ele tinha ajudado no trote segunda-feira. Eu fiquei indignado! Ele tinha me dado trote na FAU e trote na ECO! Com que direito ele fazia isso? Cheguei a comentar isso com algumas pessoas. À tarde, na ECO, reencontrei esse cara e tive que perguntar: “Você faz arquitetura, né?”. Ele nem pensou pra responder: “Aquele é meu irmão. E eu sou seu veterano”.
PÁRA O MUNDO QUE EU QUERO DESCER. EU FUI CALOURO DE UM CARA E NO ANO SEGUINTE SOU CALOURO DO IRMÃO GÊMEO DELE? QUAIS AS CHANCES DE ISSO ACONTECER?
Bem, nessa quinta-feira tivemos o ECOturismo, passeamos pelo campus, conhecemos um pouco mais os locais e vimos melhor a beleza do nosso palácio. Foi realmente um passeio turístico. Até turista embasbacado com câmera tinha (yo). Por falar em “yo”, finalmente conversei com o tal paraguaio. O português dele é ótimo, só falta perder o sotaque (que ele não percebe que tem. Essa é uma vertente curiosíssima de se estudar uma língua estrangeira).
O auge do dia foi o pique-nique. Eu só queria ter curtido mais, porque parece que rolaram altas paradas depois que eu fui embora. Mas valeu a pena ter saído mais cedo. Assim eu pude rever a menina que eu passei 30 minutos procurando no prédio de letras hoje e saber que ela terminou com o namorado (\o/). Eu nem queria, né? Sem contar que eu matei as saudades de conversar sobre política com gente inteligente. Nada de marxistas utópicos ou de militantes da esquerda radical, e sim gente centrada e com a cabeça no lugar. Eu sentia muita falta disso.
Ah, só pra constar, quanta fartura teve no pique-nique! Tinha muita comida, muita mesmo. E comida boa. Até Pringles light alguém levou.
E por hoje é só isso. Espero ter boas histórias de sexta-feira.
Um comentário:
Oi Mauro, seu blog tá muito legal. Um relato divertido do que tem acontecido na ECOlândia.
Pena que eu também não fiquei até o final no dia do piquenECO.Mas eu realmente amei todos os momentos em que estive presente. Espero que a Amanda e seu violão mágico ainda marquem presença em vários outros encontros.
bjão!
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