Começo a escrever este post depois da linda vitória do meu Tricolor das Laranjeiras sobre o Arsenal no Maraca. Desculpem aê aos que ficaram acordados até mais tarde só pra secar meu time, mas meu Fluzão foi impecável hoje.
Mas vamos ao dia na ECO.
Palestras interessantes, assuntos relevantes, oficina produtiva, pré-estréia de filme... Incrível como as coisas estão caminhando bem essa semana! Primeiro foram as palestras falando sobre as habilitações. Os professores conseguiram expandir a minha dúvida. Agora comecei a considerar também rádio e TV, mas publicidade e jornalismo ainda estão bem na frente. Além disso, foi importante ver que na ECO não estamos lidando com pessoas quaisquer, é gente do mais alto escalão encabeçando o curso. Depois das apresentações, ainda teve uma palestra/bate-papo sobre mídia eletrônica no Brasil. FODA, com todas as letras! Se tivéssemos mais tempo e menos fome, poderíamos ter debatido assuntos ali durante horas. As questões levantadas certamente rendiam muito assunto.
Palestras encerradas, iniciaram as oficinas. A de criação publicitária foi espetacular. Tivemos muitas idéias legais e depois de algum polimento conseguimos produzir um conceito muito interessante e um anúncio que não seria só mais um no meio da poluição em que transformaram a propaganda.
Às 15h tivemos a pré-estréia do filme Fim da Linha. Uma excelente e interessantíssima produção. Não é daqueles filmes imbecis que só cinéfilos gostam. É um filme muito diferente e curioso, em alguns momentos até divertido. Segundo o diretor, o orçamento do filme foi de R$ 1.300.000,00. Nunca imaginei que cinema fosse tão caro. Tudo bem que o filme é bem produzido e teve até uma divulgação legal dentro da ECO (não sei como foi fora), mas é uma pena como o cinema brasileiro sofre pra poder conseguir um espaço dentro do próprio país, fora ter que vencer o preconceito do público brasileiro, que parece só querer ver os filmes da Globo Filmes e olhe lá. Já cansei de ouvir: “Lá vem você com essa mania de filme nacional. Filme brasileiro é uma merda!”. É uma pena ouvir isso.
Por fim, embarcamos para o Sujinho, onde depois de algumas cervejas (quentes), a galera se animou e colocou o Gabo e o Michel (que despertou uma paixão no diretor do filme Fim da Linha) pra dançar “Daniel Arcângelo” e “Felipe Herzog”, este último na companhia de Dario. Ainda bem que eu estava com uma câmera! Agora posso compartilhar com todo o mundo esse momento cativante. Vejam o vídeo abaixo.
(Em breve. YouTube estava em manutenção. Amanhã eu ponho o vídeo aqui)
Pra finalizar, umas partidinhas de sueca e mau-mau. Baralho não pode faltar nessa faculdade. O dia que acabarem com o baralho e com a cerveja, não vai mais existir social na Praia Vermelha. Aviso aos navegantes: a cerveja foi proibida na reitoria, espero que isso não chegue pros lados da Urca.
E por hoje foi isso. Amanhã vou levantar cedo pra ir ao Fundão, zoar uns calouros de arquitetura, rever meus colegas de lá e rir da cara dos professores escrotos. Até amanhã.


Um comentário:
Tipo, só digo uma coisa: zoar calouros de arquitetura não sendo um veterano de arquitetura é escroto p caralho. hahahaha!
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