quarta-feira, 19 de março de 2008

Algumas Impressões

Antes de começar essa postagem, eu discorri dois parágrafos e meio sobre um assunto que eu considerava relevante, mas como não sabia como terminá-lo, preferi deixá-lo abandonado. Ah, pra falar a verdade nem era nada tão relevante assim. E pra ser ainda mais sincero, esse post que você está lendo também não tem absolutamente nada de relevante. Eu só estou escrevendo porque eu não quero deixar meu blog abandonado muito tempo. Pobrezinho dele, tem andado tão sem assunto ultimamente.


Como não é difícil de notar, em menos de duas semanas de aulas, os professores conseguiram nos fazer acabar com metade do estoque anual de resmas da Aracruz Celulose. Acho que só a EC1 foi responsável pela derrubada de uns 30 hectares de eucaliptos nos últimos dias. Então a intenção desse texto inútil e absolutamente tapador de buraco é comentar alguns dos textos que nos foram empurrados recomendados.

Cinema de Vanguarda, Cinema Experimental e Cinema do Dispositivo – Será que eu sou o único daquela turma que acha que o cinema como arte é um troço absolutamente chato e desinteressante? Será que eu sou o único que não suporta assistir a 5 minutos de um filme de/para cinéfilos? Será que eu fui o único que notou que a primeira frase desse texto do professor André Parente foi o tema da redação da prova na qual nós fomos aprovados? E, pra concluir, será que só eu achei o texto chato? Tal e qual A Invenção de Morel?

A Invenção de Morel – Esse sim só eu achei chato. Uma rápida enquête feita pelo professor na sala mostrou que eu fui o único que achou o livro um sonífero em formato A4 (sim, eu xeroquei!). Uma narrativa extremamente lenta, confusa e eventualmente incoerente. Definitivamente um livro para amantes de artes. E olha que eu gosto de ler, hein.


Os Aldrovandos Cantagalos e o Preconceito Lingüístico – Assim como os outros textos de língua portuguesa, esse me fez sentir um completo ignorante retrógrada. Sim, eu sou conservador com a língua; sim, eu gosto de falar corretamente; sim, eu acho a gramática importante. É claro que ela tem lá seus exageros e eu não sou perito nela. Tem certas coisas impraticáveis na gramática e eu mesmo cometo muitos desvios, mas sejamos sinceros... Quem não gosta de ler primores como o Hino Nacional? Quem não gosta de ler uma mesóclise num texto? Quem gosta de ouvir “pobrema” ou “a gente vamos” ou ainda “tem menas gente”? A gramática é importante, sim! Sem ela a língua vira bagunça e enquanto minha opinião permanecer a mesma, serei um defensor da gramática, mesmo que minhas próprias palavras me traiam denunciando minha falta de conhecimento completo da dita cuja.


Eu queria poder comentar mais textos, mas eu não li todos e alguns eu não sei onde estão. O do Luft por exemplo (que eu tenho que fichar ou resumir até segunda-feira) simplesmente desapareceu. Como vou fazer o trabalho? Não sei, mas se alguém quiser dispor o seu pra mim, eu prometo que mudo completamente as palavras. Só quero poder ter uma base. Sejam bonzinhos e ajudem um colega necessitado. Grato.


Ps.: Em breve, comentário de A Invenção da Pornografia, com direito a ilustrações.


3 comentários:

Anônimo disse...

hahahaha!
Relexa, Mauro... Eu tbm sou mt crítico qndo se trata dessas peças.
Não axei o livro do Morel "Oooh que maravilha! Perfeito!". Simplesmente maneirinho. É legal até pra se refletir sobre os efeitos das imagens sobre nós; só.

Amanda disse...

Mauro!!

primeira vez que eu comento aqui!
olha, se vc quiser eu tenho o meu resumo do luft, aí como vc disse, vc dá uma modificada ou então faz o fichamento dele.
Se quiser me avisa!

Bjaoo

ah, muito legal o blog!a foto da xuxa é prévia do comentário sobre a pornografia?auhauahuah

*AninhaH RamoS* disse...

AHHH!! Eu tb percebi que a primeira faze foi o tema da redação do vestiba!!!!!! Axei ke tinha sido a única!!! haushaus
Mto xato esse texto do parente, aliás! ^^