terça-feira, 11 de novembro de 2008

Aventuras em São Paulo

Há 6 anos, quando eu comecei a acompanhar Fórmula 1, conheci um site chamado Grande Prêmio. Um site especializado em notícias sobre F1 e automobilismo em geral. Há uns 3 anos eles lançaram um concurso chamado “O Grande Estagiário”, mas como era só pra universitários não pude participar. No ano passado fizeram a 2ª edição do concurso, mas eu, por preguiça, não participei. E agora eis que eles surgem com a 3ª edição e eu, claro, não pude deixar a oportunidade passar de novo.

Mandei minha redação, com o tema obrigatório “A Crise Internacional e Eu”. Eu gostei muito da redação e senti que eu poderia ser selecionado com ela. Felizmente eu estava certo, ao final do período de envio das redações, vi meu nome divulgado no site como um dos aprovados para fazer a próxima fase da seleção. Ótimo! Mas... Essa fase seria realizada em São Paulo. Isso foi na quinta-feira e eu deveria confirmar presença até sexta-feira. Sendo que eu deveria estar na redação do site na segunda-feira seguinte às 8h da manhã. Meu pai, por algum milagre dos céus, aceitou bancar a viagem e eu pude confirmar presença.

Passei todo o final de semana ansioso pela viagem, ainda mais porque eu iria sozinho. Seria muito interessante ir a uma cidade diferente e me virar nela sozinho. Era algo que me parecia bastante divertido, ainda mais porque eu gosto muito de cidades. Eu não via a hora de viajar.

Desmaiei um pouco depois das 3h da manhã em Resende e acordei dentro de um engarrafamento. Não tive dúvida, eu estava em São Paulo. Olhei então para o belo céu roxo da cidade e... Roxo? Sim, leitores, o céu da cidade de São Paulo estava roxo. Uma tonalidade que eu nunca tinha visto no céu. O tempo estava meio nublado, eram 6h15 da manhã... E a Marginal Tietê já estava congestionada, claro. Pra que esperar até as 7h da manhã quando se pode começar um engarrafamento às 6h?

Na rodoviária do Tietê tomei um prejuízo de quase 5 reais pra beber um chocolate quente e comer um pão de batata que não era lá essas coisas. Segui as plaquinhas do metrô e encontrei uma fila. Sim, era a fila pra comprar passagem. A partir daí as comparações foram inevitáveis. Passei a comparar Rio e São Paulo o tempo inteiro. A fila pra comprar bilhetes no metrô de lá é mais organizada. Assim que cheguei na plataforma um trem saiu e segundos depois (sim, segundos, não levou nem um minuto) chegou outra composição com destino a um daqueles nomes estranhos que só São Paulo tem. Com um intervalo mínimo desses, era impossível o metrô sair mega lotadão como acontece aqui, em que o embarque no horário do rush parece uma evacuação de zona nuclear. A única estação mais cheia era a Sé, mas exatamente por isso, ela contava com seguranças nas portas e com uma espécie de portal para organizar o embarque. Metrô Rio precisa fazer um cursinho na cidade-do-céu-roxo. Ah, mas que fique bem claro que o metrô de São Paulo não tem ar-condicionado. Imaginem então se fosse cheio igual ao do Rio...

Após uma tranqüila baldeação na estação Paraíso (as pessoas não tentam matar umas às outras só pra conseguirem chegar na outra plataforma), cheguei finalmente à Avenida Paulista. Mas... Espera aí. Cadê a grandiosa e lendária Av. Paulista? Achei que eu fosse ser jogado numa selva de pedra com prédios imensos e fosse encontrar uma avenida com 4 pistas e 16 faixas de rolamento, todas elas engarrafadas, pessoas gritando, carros subindo nas calçadas, executivos mal-humorados sob o calor insuportável da poluição, essas coisas aí. Ledo engano. A Av. Paulista só tem duas pistas e 8 faixas. Não vi um engarrafamento sequer (mas isso eu acho que se deve ao rodízio), o trânsito andava na mais perfeita ordem, as calçadas eram largas, totalmente adaptadas para deficientes, muitos ônibus também eram, não tinha tanta gente assim e não estava calor. Isso eu estou falando da Av. Paulista, somente. Acho que a camada de poluição reflete os raios do sol. Às 8h da manhã o céu da cidade era branco. Simplesmente branco. Como se não tivesse céu. Não havia nuvens, era tudo um enorme branco.

Passei 6h dentro da Agência Warm Up fazendo as provas do processo seletivo e conversando com os jornalistas do site, Victor Martins e Marcus Lellis. Eram questões como:

  • Escreva o nome de todas as equipes e pilotos que terminaram a temporada de 2008 da F1. (Eu não consegui lembrar do David Coulthard).
  • Nome do chefe da Force India. (É Vijay Mallya, eu escrevi Vilaj. Só).
  • O que tem em comum Nelsinho Piquet, Romain Gorsjean e Scott Dixon? (Eu marquei que era o fato deles correrem por países diferentes do quais nasceram, Nelsinho nasceu na França, eu acho, Gosjean na Suíça e o Dixon eu não sei).
  • Quantos brasileiros correm atualmente na F-Indy? (Marquei 4).
  • Quem é o piloto de testes da BMW? (Christian Klien, alguém lembrava dele? Pois é, eu também não, como era discursiva deixei em branco).

Com menos de 1h de conversa eu já tinha me acostumado com o sotaque dos caras. Se fator social contar pra essa seleção, eu vou sair na frente, porque os outros dois candidatos ficaram bem acuados e não falaram quase nada. Um deles já era formado pela ESPM do Rio e estava participando pela segunda vez. Quando eu já estava terminando a última das provas, chegou o dono do site, Flavio Gomes. Desde que eu conheço o Grande Prêmio que eu sou fã do Flavio Gomes, mas eu não podia ficar pagando de tiete ali por dois motivos. Primeiro porque isso é ridículo. Segundo porque ia parecer que eu só tava querendo puxar o saco do cara pra ganhar a vaga. E se eu conheço o Flavio, ele deve odiar puxa-sacos.

Durante as minhas 6h na redação do site eu ouvi coisas interessantes como “Rubinho na Stock em 2009” e coisas bizarras como um diálogo que eu não pude ignorar. Assim que ele terminou eu anotei pra poder não esquecer:

Marcus Lellis – Tem alguma fofoca aí?

Victor Martins – Parece que uma revista disse que tem dois pilotos gays.

ML – Um é o Sutil, com certeza.

VM – Eu acho que é o Rosberg. Já viu como ele anda? (Victor levanta e imita Rosberg andando) É uma bichona. Ele anda rebolando, todo pimpão. (Pimpão?) Nakajima também. O outro parece que é o Button.

ML – O Button? (Surpreso)

VM – Pois é.

ML – O Button pegou a Érika.

VM – Puta! A Érika? Ainda bem que eu não vi essa cena.

(Segue uma breve discussão sobre os dotes estéticos da tal Érika)

VM – Cara, se só sobra eu e a Érika no mundo e Deus diz que a humanidade depende da gente pra continuar, eu respondo: “Então acabou aqui”.

Talvez Victor Martins esteja certo

No mesmo prédio onde funciona essa agência também funcionam o iG e a Jovem Pan. Infelizmente eu não consegui terminar as provas a tempo de ir à rádio e ver o Pânico. O Victor e o Marcus foram e voltaram rindo, dizendo que o Christian Pior é gay de verdade e que a Sabrina é ainda mais gostosa ao vivo. Eu ainda tentei ir lá pra ver se encontrava com a galera que me faz rir domingo à noite, mas não achei a rádio. Na agência os caras comentavam sobre o 22º, mas lá me falaram que era no 21º, onde também não tinha nada de Jovem Pan. Como meu intestino resolveu começar a revirar, eu achei melhor vir embora. Nem passei na 25 de Março pra comprar as muambas que eu queria.

No final das contas, estar em São Paulo, andar pela cidade (ainda que muito pouco), conhecer coisas novas, respirar novos (e poluídos) ares valeu como uma experiência de vida muito legal. Eu achei que fosse odiar São Paulo. Já cheguei lá com todos os preconceitos possíveis e imagináveis que um fluminense pode ter contra a capital paulista e fiquei surpreso ao ver que a cidade não é uma zona como a TV faz parecer. Eu, que sempre gostei de alimentar a rivalidade Rio X São Paulo, hoje vou dormir com uma mentalidade diferente, sabendo que ali na outra ponta da Dutra tem uma cidade muito legal, à qual eu pretendo voltar outras vezes.

Só pra concluir:

The Bias diz (09:20):
arthur, gostei da sua terra!

The Bias diz (09:20):
hahaha

Arthur Jacob diz (09:22):
uhahuahhuahua

Arthur Jacob diz (09:22):
vc gostou pq só ficou lá 1 dia

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Tá, né?

domingo, 2 de novembro de 2008

O tenebroso dia de finados

É... O próprio nome do dia já anunciava a tragédia que estava por vir nesse domingo. Eu não costumo escrever aqui nesse blog histórias que acontecem só comigo, mas esse dia foi tão tenebroso que eu não podia deixar isso passar.

Tudo começou às 9h15 da manhã, quando eu acordei. Tomei um banho, liguei o rádio para ouvir a Fórmula 1 (a Band News tava cobrindo tudo desde cedo) e fui à missa. Eu costumo ir à missa à noite, mas dessa vez eu resolvi ir de manhã. Eu tinha duas opções pra ir à missa de manhã, a primeira seria às 7h30 no Centro de Belford Roxo e a segunda seria às 10h num cemitério perto da minha casa, o que é uma tradição em dia de finados. Claro que eu escolhi a missa das 10h e lá fui eu a caminho do cemitério. Meus pais e meu irmão já tinham ido um pouco mais cedo.

O cemitério de Belford Roxo é um nojo. Túmulos violados, caixões e ossos expostos, tampões de cova podres que caem... Tudo de mais nojento está naquele cemitério. Só de pensar naqueles mosquitinhos pousando em mim eu tenho vontade de tomar um banho de álcool. Depois da missa, eu descobri que o meu irmãozinho querido arrumou um fêmur pra brincar. Quando ele disse que tinha desenterrado um osso, eu achei que fosse brincadeira, mas era verdade mesmo! Ele já tomou banho, mas eu ainda to com nojo dele. Segundo meus primos, ele também pegou pedacinhos de vela pra ficar atirando num crânio que ele achou por lá. Ele sim deveria tomar um banho com álcool! (Só pra constar, ele tem 13 anos, não é nenhuma criança).

Depois disso, seguimos todos pra casa da minha avó, onde almoçamos em família e descansamos um pouco antes da corrida. Corrida? A decepção do meu domingo. Tudo ia correndo bem. Faltando 10 voltas pro final eu já tava meio conformado com o título do Hamilton e sabia que só um milagre salvaria o Felipe Massa. Mas eis que o milagre veio na forma de chuva. Nunca torci tanto prum alemão quanto torci pro Vettel nessa corrida. Quando ele passou o Hamilton eu pulei, gritei, bati palma e fiquei em pé esperando a corrida acabar. Mas ninguém contava com o Timo Glock entregando os pontos na última curva, literalmente. E igualmente ninguém notou quando isso aconteceu.

Felipe Massa comemorou o título.
As arquibancadas comemoraram o título.
A Ferrari comemorou o título.

Mas o Hamilton conseguiu o 5º lugar de que precisava e levou o título mundial. Até agora passa na minha cabeça a imagem horrível do pai do Massa comemorando com a Ferrari e depois fechando a cara após descobrir que o Hamilton tinha chegado em 5º, ainda abraçado com todo mundo. Eu preferia que a chuva não tivesse vindo. Se tudo tivesse ficado do jeito que estava antes, com o Hamilton em 4º, eu não teria tido a esperança real do Massa conquistar o título e não teria ficado tão decepcionado quanto eu fiquei.

Mas o dia não estava acabado. Nada disso. Desgraça pouca é bobagem num dia de finados. Conversando com a Aninha no MSN depois da corrida, diante da revolta dela com a derrota parcial do Botafogo por 1X0 para o Atlético MG, eu disse: “agora só falta o fluminense perder pro vasco hoje”. Acho que não é preciso dizer mais nada, né? Mas uma coisa me consola. Meu primo que torcia pro Hamilton foi ao Maracanã torcer pelo Fluminense. Ou seja, ele não viu o Hamilton ser campeão e ainda viu o Fluminense perder pro Vasco, bem feito!

Por fim, só porque nós tínhamos marcado praia pra essa segunda-feira, as nuvens chegaram com direito a trovoadas e tudo e agora a chuva que deu e depois tirou o título do Massa chega aqui ao Condado de Belford Roxo, no Reino Tão Tão Distante.

Melhor eu dormir pra mandar esse climão pesado de finados embora.

segunda-feira, 27 de outubro de 2008

As eleições não acabaram

Há centenas de milhares de cariocas e fluminenses insatisfeitos com o resultado das eleições para prefeito ocorridas na cidade no último domingo. Há 1 milhão e 600 mil eleitores insatisfeitos, pra ser mais preciso. Insatisfação é natural na democracia, se o grupo maior vence e o menor perde, é natural que o perdedor fique insatisfeito.

Pois a insatisfação com o resultado apertadíssimo das eleições no Rio (o mais apertado na História da cidade) levou um grupo de pessoas a organizarem uma manifestação no Centro da cidade na sexta-feira, dia 31 de outubro. Na verdade, a insatisfação não é exatamente com o resultado, mas com os meios que foram utilizados para se chegar a ele.

Já foi criado um blog e uma comunidade no orkut para informar e convocar as pessoas à manifestação. O movimento tem como premissas ser pacífico e apartidário, tanto que eles não estão buscando apoio de partido nenhum.

Vale a pena dar uma olhada na comunidade e no blog:
http://www.orkut.com.br/Main#Community.aspx?cmm=74069409
http://pro-democracia.blogspot.com/

Eu, como todos os leitores desse blog devem saber, não voto no Rio, mas passo 3/4 do meu dia útil na cidade então, se rolar um movimento da galera da ECO pra comparecer à manifestação, é fato que eu vou estar junto.

No melhor estilo "A revolução não será televisionada", vamos à Cinelândia!

sábado, 25 de outubro de 2008

Semana cheia na ECO e fora dela

Acabou ontem mais uma ótima semana na ECO. E ela foi cheia de acontecimentos. Seminário de psicologia, show da Danni Carlos, seminário do Coutinho, prova da Consuelo. Putz, como eu corri essa semana.

O seminário de psicologia deve ter sido um dos mais fanfarrões que eu já fiz na vida. Eu comecei a ler os textos no dia anterior, cheguei lá na frente e falei. Acho que esse trabalho só é superado por um de merchandising que eu fiz no curso técnico em que uma colega ia lendo tópicos e eu tinha que explicar na hora o que era cada um deles. Aquilo foi tenso, mas no final deu tudo bem, como sempre. Por exemplo, eu quero fazer hoje o relatório da Suzy e a prova do Coutinho. Nem peguei as xerox (xeroxes?) pra ler ainda, mas sei lá como, no final tudo dá sempre certo.

Na quarta-feira o show da Danni Carlos foi uma das coisas mais exóticas que eu já vi naquela faculdade. Colocaram uma mulher muito louca pra tocar no pátio interno do Pinel junto com os internos do hospital (vai ficar feio se eu disser que eles são loucos/malucos/doentes mentais? Acho que vai, né?). Sensacional. Ela cantou várias músicas de artistas e bandas conhecidas e pôs algumas composições dela no meio. Gostei dela e das músicas dela. Também achei muito legal quando ela recebeu uma camisa de uniforme de um dos internos e vestiu, não só eu achei como muitas outras pessoas também acharam e ela foi aplaudida nessa hora. Eu percebi que ela parecia sentir muito prazer em cantar Wonderwall. Sim, ela parecia uma louca em todas as músicas, mas quando ela cantou Wonderwall me pareceu que ela sentia alguma coisa diferente com essa música.

Na quinta teve o primeiro seminário do Coutinho. Será que só eu percebi que ele olhou pro Mauro Petti com uma cara muito estranha quando leu “Mauro” no papel e o Mauro disse que era ele? Hauhauhauh. De qualquer forma eu to ferrado mesmo. Vou ter que ler o Manifesto Comunista, decorar O Capital e arrumar uma camisa onde esteja escrito “Ich liebe Marx” (http://translate.google.com/translate_t#) para apresentar o seminário. Mas uma menina do 4º período me disse ontem que apresentou com uma camisa de I ♥ NY. Mas ela é uma seqüelada total (e também dona do blog 740-d, que tá num link ali à direita). Por fim, sexta-feira foi o dia mais temido da semana, a prova de Picaretagem Audiovisual. Como nenhum fanfa sabia nada (afinal, há coisas melhores do que ver os filmes pseudos da Consuelo, como dormir), a semana toda foi um desespero total. Era gente correndo pra Wikipédia, pegando provas anteriores com outras pessoas, lendo resumão até tarde na quinta-feira, gravando aula no MP3 (e distribuindo no Rapidshare)... Enfim, foi o maior esforço coletivo contra a redução em massa de CR da história desse país. E no final das contas, mais uma vez deu tudo certo, pelo menos pra mim. Ou talvez nem tudo tenha dado tão certo assim, já que eu disse que Eisenstein era o do Encouraçado Potemkin e que ele não gostava do Vertov porque achava os filmes do Vertov vazios, é isso mesmo?
Pra terminar a semana, ainda fui chamado pela turma do laboratório de pesquisa de marketing pra ajudar numa pesquisa sobre a cidade do Rio de Janeiro. Começou com um grupão enorme, mas no final das contas só ficaram o Vlad, o Renato e eu na sala discutindo a cidade. Aliás, faço aqui um adendo que eu nunca vi o Renato falar sério por tanto tempo seguido. Antes da gente até que teve uma garota de pedagogia que ficou bastante tempo também e foi aí que o debate ficou mais interessante. O Renato com a visão da Zona Sul, o Vlad com a visão do subúrbio (Bangu), eu com a visão da Baixada (mas de alguém que atravessa a cidade inteira todo dia) e a menina da pedagogia com a visão de uma favela de Jacarepaguá. Foi muito interessante ver como cada um pensa e as soluções que cada um apresenta pra cidade. Naquele momento eu só conseguia pensar como seria bom se um dos candidatos a prefeito do Rio estivesse naquela sala ouvindo o que nós estávamos falando. Pelo menos a professora disse que entregaria aquele material pro prefeito eleito no final do ano e espero que ela faça isso mesmo, porque dessa discussão saíram muitas coisas que os políticos não vêem ou fingem não ver. A discussão durou 2h45! E foi muito boa. Por fim, o Gustavo tinha me dito que a professora desse laboratório era totalmente surtada, mas até que eu gostei dela. Ela parece meio doida mesmo, mas foi legal com a gente.

E acho que é isso. Semana longa, post longo. Comentem aí, gente. Nem que seja um “eu li”, valeu?

sábado, 18 de outubro de 2008

Post desfibrilador

Aqui vamos nós de novo. Depois de 21344 dias sem postar nesse blog, volto a escrever por aqui. Ainda estou meio sem assunto, mas tenho certeza de que logo eu vou ter muito. Por enquanto escrevo com uns pensamentos de alguém que acabou de comer, está com sono e ainda precisa sobreviver até as 5h da manhã pra poder assistir ao GP da China de F1.

Mas vamos à ECO...

Cacete, setembro passou voando, já estamos nos encaminhando pro final de outubro, sexta-feira que vem tem prova de Picaretagem Audiovisual I e amanhã já é Natal! Em vez de estudar pra essa prova tenebrosa que vem aí, eu fiquei jogando SimCity 4 o dia inteiro. É incrível o potencial vicioso desse jogo. Eu devia processar a Maxis por danos mentais. Ou tomar vergonha na cara e estudar, mas isso não é uma opção.

Bem, começamos as ECOlimpíadas 2008.2 e já estamos tendo problemas na organização. Pra diminuir a chance de ter esses problemas, o COECO resolveu delegar funções para dois representantes de cada turma. Eles deveriam coletar inscrições e o dinheiro, mas nós não contávamos com a falta de vontade das pessoas em participar e em ajudar a organizar o evento esportivo interno mais bombante da ECO. Suspendemos as competições por uma semana e vamos recomeçar tudo na segunda-feira que vem. Será que agora as coisas vão andar? É esperar pra ver. Ah, sim, esse blog não é mais o oficial das ECOlimpíadas. O nosso bebê cresceu e virou um monstro com site próprio, o www.ecolimpiadas.com.

E trago algumas novidades quentes:

1 – O site do CAECO já tem um conteúdo definido e deve ser inaugurado até o final de outubro. Só posso adiantar que o Ventilador tem influência nisso e que, ao contrário do que possa parecer, o jornal não morreu.
2 – Talvez até o final do ano já teremos disponível pra todos os alunos o e-mail @eco.ufrj.br.

Levando a vida eu vou, apesar dos Coutinhos e Consuelos no caminho. Lembrando que esse post reinaugura o blog Memórias de Um Palácio. Em breve vem mais coisa por aí.

Ah, e não percam nessa terça-feira a grande partida de Winning Eleven no Laguinho. Preparem-se, porque vai ser de impressionar.