sábado, 25 de outubro de 2008

Semana cheia na ECO e fora dela

Acabou ontem mais uma ótima semana na ECO. E ela foi cheia de acontecimentos. Seminário de psicologia, show da Danni Carlos, seminário do Coutinho, prova da Consuelo. Putz, como eu corri essa semana.

O seminário de psicologia deve ter sido um dos mais fanfarrões que eu já fiz na vida. Eu comecei a ler os textos no dia anterior, cheguei lá na frente e falei. Acho que esse trabalho só é superado por um de merchandising que eu fiz no curso técnico em que uma colega ia lendo tópicos e eu tinha que explicar na hora o que era cada um deles. Aquilo foi tenso, mas no final deu tudo bem, como sempre. Por exemplo, eu quero fazer hoje o relatório da Suzy e a prova do Coutinho. Nem peguei as xerox (xeroxes?) pra ler ainda, mas sei lá como, no final tudo dá sempre certo.

Na quarta-feira o show da Danni Carlos foi uma das coisas mais exóticas que eu já vi naquela faculdade. Colocaram uma mulher muito louca pra tocar no pátio interno do Pinel junto com os internos do hospital (vai ficar feio se eu disser que eles são loucos/malucos/doentes mentais? Acho que vai, né?). Sensacional. Ela cantou várias músicas de artistas e bandas conhecidas e pôs algumas composições dela no meio. Gostei dela e das músicas dela. Também achei muito legal quando ela recebeu uma camisa de uniforme de um dos internos e vestiu, não só eu achei como muitas outras pessoas também acharam e ela foi aplaudida nessa hora. Eu percebi que ela parecia sentir muito prazer em cantar Wonderwall. Sim, ela parecia uma louca em todas as músicas, mas quando ela cantou Wonderwall me pareceu que ela sentia alguma coisa diferente com essa música.

Na quinta teve o primeiro seminário do Coutinho. Será que só eu percebi que ele olhou pro Mauro Petti com uma cara muito estranha quando leu “Mauro” no papel e o Mauro disse que era ele? Hauhauhauh. De qualquer forma eu to ferrado mesmo. Vou ter que ler o Manifesto Comunista, decorar O Capital e arrumar uma camisa onde esteja escrito “Ich liebe Marx” (http://translate.google.com/translate_t#) para apresentar o seminário. Mas uma menina do 4º período me disse ontem que apresentou com uma camisa de I ♥ NY. Mas ela é uma seqüelada total (e também dona do blog 740-d, que tá num link ali à direita). Por fim, sexta-feira foi o dia mais temido da semana, a prova de Picaretagem Audiovisual. Como nenhum fanfa sabia nada (afinal, há coisas melhores do que ver os filmes pseudos da Consuelo, como dormir), a semana toda foi um desespero total. Era gente correndo pra Wikipédia, pegando provas anteriores com outras pessoas, lendo resumão até tarde na quinta-feira, gravando aula no MP3 (e distribuindo no Rapidshare)... Enfim, foi o maior esforço coletivo contra a redução em massa de CR da história desse país. E no final das contas, mais uma vez deu tudo certo, pelo menos pra mim. Ou talvez nem tudo tenha dado tão certo assim, já que eu disse que Eisenstein era o do Encouraçado Potemkin e que ele não gostava do Vertov porque achava os filmes do Vertov vazios, é isso mesmo?
Pra terminar a semana, ainda fui chamado pela turma do laboratório de pesquisa de marketing pra ajudar numa pesquisa sobre a cidade do Rio de Janeiro. Começou com um grupão enorme, mas no final das contas só ficaram o Vlad, o Renato e eu na sala discutindo a cidade. Aliás, faço aqui um adendo que eu nunca vi o Renato falar sério por tanto tempo seguido. Antes da gente até que teve uma garota de pedagogia que ficou bastante tempo também e foi aí que o debate ficou mais interessante. O Renato com a visão da Zona Sul, o Vlad com a visão do subúrbio (Bangu), eu com a visão da Baixada (mas de alguém que atravessa a cidade inteira todo dia) e a menina da pedagogia com a visão de uma favela de Jacarepaguá. Foi muito interessante ver como cada um pensa e as soluções que cada um apresenta pra cidade. Naquele momento eu só conseguia pensar como seria bom se um dos candidatos a prefeito do Rio estivesse naquela sala ouvindo o que nós estávamos falando. Pelo menos a professora disse que entregaria aquele material pro prefeito eleito no final do ano e espero que ela faça isso mesmo, porque dessa discussão saíram muitas coisas que os políticos não vêem ou fingem não ver. A discussão durou 2h45! E foi muito boa. Por fim, o Gustavo tinha me dito que a professora desse laboratório era totalmente surtada, mas até que eu gostei dela. Ela parece meio doida mesmo, mas foi legal com a gente.

E acho que é isso. Semana longa, post longo. Comentem aí, gente. Nem que seja um “eu li”, valeu?

Um comentário:

*AninhaH RamoS* disse...

ASHUshuHSUHSu
Nem respondi a pergunta dos sovieticos.

Ql eh a do Sonic no print screen?? kkkkkkk