Coisas da UFRJ... Quando os aplicados alunos da EC1 chegaram ao palácio para uma empolgante aula da linguagem gráfica, deram de cara com um corredor cheio de carteiras empilhadas e com a sua sala invadida por elementos de um corpo estranho na Praia Vermelha.
Seguiu-se o seguinte diálogo entre uma aluna da ECO e uma de DT:
-- Não vai ter aula agora aqui?
-- Se teria não vai ter mais!
--------
Passa-se um dia e a cena se repete. Aguardando ansiosamente pelo início da mais tensa das provas, os estudantes procuravam se descontrair em meio à bagunça provocada pelos invasores teatrais. Tocando violão e conversando amigavelmente, todos se divertiam, até que chega uma das bactérias infiltradas dando um leve chilique:
-- Ei! Pssshhh! Coleguinha do violão (Gabriel Medeiros)... Será que dava pra parar aí? Tá atrapalhando o ensaio.
Mas hein? Ela invade a nossa sala e ainda se acha no direito de mandar a gente fazer silêncio na porta da NOSSA sala invadida?
Mas ela não contava com o... Uhm... Digamos mau-humor (ovo virado vai pegar muito mal) do professor Antoun. Avisado de que a sala estava tomada por seres estranhos, o mestre foi tomado de fúria e quebrou o barraco! Chegou porrando a porta da sala, que, vejam que audácia, estava trancada! Mas a segunda porta não estava e foi aí que tudo aconteceu. Antoun já foi logo entrando e quebrando objetos de vidro que estavam encostados na porta.
A sensacional discussão foi assistida por 2 Mauros, 1 Renato e 1 Gustavo, que não fizeram a menor questão de disfarçar que queriam ver o barraco. Antoun falou, falou, falou, reclamou, quase mandou os teatrais enfiarem 60 alunos no orifício anal, mas acabou indo pra sala da ECE mesmo, afinal, perderia muito mais tempo enxotando os folgados e arrumando a sala toda de novo.
Depois disso, fica a reflexão: o que essa gente ainda tá fazendo na Praia Vermelha? Por que tem um curso de EBA na Praia Vermelha? E por que eles não vão logo pro Fundão? Eu é que não vou sentir saudades.
Seguiu-se o seguinte diálogo entre uma aluna da ECO e uma de DT:
-- Não vai ter aula agora aqui?
-- Se teria não vai ter mais!
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Passa-se um dia e a cena se repete. Aguardando ansiosamente pelo início da mais tensa das provas, os estudantes procuravam se descontrair em meio à bagunça provocada pelos invasores teatrais. Tocando violão e conversando amigavelmente, todos se divertiam, até que chega uma das bactérias infiltradas dando um leve chilique:
-- Ei! Pssshhh! Coleguinha do violão (Gabriel Medeiros)... Será que dava pra parar aí? Tá atrapalhando o ensaio.
Mas hein? Ela invade a nossa sala e ainda se acha no direito de mandar a gente fazer silêncio na porta da NOSSA sala invadida?
Mas ela não contava com o... Uhm... Digamos mau-humor (ovo virado vai pegar muito mal) do professor Antoun. Avisado de que a sala estava tomada por seres estranhos, o mestre foi tomado de fúria e quebrou o barraco! Chegou porrando a porta da sala, que, vejam que audácia, estava trancada! Mas a segunda porta não estava e foi aí que tudo aconteceu. Antoun já foi logo entrando e quebrando objetos de vidro que estavam encostados na porta.
A sensacional discussão foi assistida por 2 Mauros, 1 Renato e 1 Gustavo, que não fizeram a menor questão de disfarçar que queriam ver o barraco. Antoun falou, falou, falou, reclamou, quase mandou os teatrais enfiarem 60 alunos no orifício anal, mas acabou indo pra sala da ECE mesmo, afinal, perderia muito mais tempo enxotando os folgados e arrumando a sala toda de novo.
Depois disso, fica a reflexão: o que essa gente ainda tá fazendo na Praia Vermelha? Por que tem um curso de EBA na Praia Vermelha? E por que eles não vão logo pro Fundão? Eu é que não vou sentir saudades.
3 comentários:
auhauhuhauhauha mlk, sensacional seu texto
mto engraçado
concordo com vc sobre o pessoal de DT
Poxa, o povo de dt que a gente conhece é legal.
Esse povo que tá nos ultimos periodos q são pé no saco, acham que são star.
Amei o texto aihaiahiheihaohea
Eu tb conheço um povo da Comunicação que é bem legal! O problema são esses alunos do Ciclo Básico que ainda estão sujos com o sebo do pós-parto (É uma oração restritiva, pois odeio generalizar e rotular as pessoas).
E aí, Mauro, já saiu do ciclo básico?
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